ALGUNS DISPOSITIVOS UTILIZADOS POR DEFICIENTES DA VISÃO
Sistema Braile
O Braille é um sistema de escrita e leitura tátil para as pessoas cegas. Surgiu na França em 1825, sendo o seu criador o francês Louis Braille que ficou cego aos três anos de idade vítima de um acidente seguido de oftalmia.
Este sistema consta do arranjo de seis pontos em relevo, dispostos na vertical em duas colunas de três pontos cada. Os seis pontos formam o que se convencionou chamar "cela braille".
O Braille pode ser produzido por impressoras elétricas e computadorizadas; máquina de datilografia e, manualmente, através de reglete e punção.
A diferente disposição dos pontos permite a formação de 63 combinações ou símbolos Braille para anotações Científicas, música, estenografia.
Alfabeto Braile
Este sistema consta do arranjo de seis pontos em relevo, dispostos na vertical em duas colunas de três pontos cada. Os seis pontos formam o que se convencionou chamar "cela braille".
O Braille pode ser produzido por impressoras elétricas e computadorizadas; máquina de datilografia e, manualmente, através de reglete e punção.
A diferente disposição dos pontos permite a formação de 63 combinações ou símbolos Braille para anotações Científicas, música, estenografia.
Alfabeto BraileSorobã
O ábaco ou sorobã é um instrumento de calcular utilizado há milhares de anos, sua origem não é bem definida pelos historiadores, mas alguns autores ele teria sido introduzido na Grécia, por Pitágoras, filósofo que viveu no século VI antes de cristo.
No Japão o ensino do sorobã é matéria obrigatória desde o curso primário e é considerado de grande importância para o desenvolvimento profissional. No Brasil esse instrumento veio com os imigrantes japoneses no ano de 1908, mas só ficou conhecido anos depois com a chegada do professor Fukutaro Kato.

Apesar de todo avanço tecnológico o Sorobã continua sendo um instrumento indispensável para o deficiente visual, não só em seus estudos matemáticos, como também em sua vida cotidiana e no trabalho. Diferentemente de uma calculadora, o Sorobã não realiza cálculos, é somente um meio para se efetuar cálculos. Através da prática do Sorobã o aluno atinge objetivos como aguçar sua inteligência e o funcionamento do cérebro; desenvolver a memória e auto confiança; exercitar a perseverança e a paciência, além de resolver problemas de matemática com rapidez e perfeição.
DOSVOX
O DOSVOX é um sistema para microcomputadores da linha PC que se comunica com o usuário através de síntese de voz, viabilizando, deste modo, o uso de computadores por deficientes visuais, que adquirem assim, um alto grau de independência no estudo e no trabalho.
O sistema realiza a comunicação com o deficiente visual através de síntese de voz em Português, sendo que a síntese de textos pode ser configurada para outros idiomas.
No DOSVOX a comunicação homem-máquina é muito simples e leva em conta as especificidades e limitações dessas pessoas. Ao invés de simplesmente ler o que está escrito na tela, o DOSVOX estabelece um diálogo amigável, através de programas específicos e interfaces adaptativas. Isso o torna insuperável em qualidade e facilidade de uso para os usuários que vêm no computador um meio de comunicação e acesso que deve ser o mais confortável e amigável possível.
O programa é composto por sistema operacional que contém os elementos de interface com o usuário; sistema de síntese de fala; editor, leitor e impressor/formatador de textos; impressor/formatador para braille; diversos programas de uso geral para o cego, como jogos de caráter didático e lúdico; ampliador de telas para pessoas com visão reduzida; programas para ajuda à educação de crianças com deficiência visual, entre outros.
A criança pode usar esses dispositivos nas mãos ou ainda usá-los em armações de óculos. A utilização desses recursos possibilita à criança a visualização de objetos distantes e demonstraçõpes dentro de sala de aula.
RECURSOS NÃO-ÓPTICOS
Não envolvem lentes e não são necessariamente indicados por especialistas (oftalmologista). Mesas adaptadas, desenvolvidas especialmente para pessoas com visão subnormal, por exemplo, ajudam a evitar a fadiga de postura. Esta mesa pode ser improvisada com a utilização de livros embaixo do texto a ser lido para deixá-lo mais próximo dos olhos do leitor.
Canetas tipo pincel anatômico, preferencialmente preto, produzem uma grafia grossa e facilita a visualização de letras e desenhos. Acetato, para escurecer a impressão, luminárias para intensificar a luz, livros com tipos ampliados, papel com pauta em negrito, marcadores de página e janelas de leitura, são exemplos de recursos úteis para propiciar ao aluno com visão subnormal melhor desempenho dentro de sala de aula.
OUTROS RECURSOS
Pode ser utilizado pelas crianças algum tipo de gravador para gravar explicações, fazer seus próprios comentários, gravar o para casa, entre outros. Áudiobooks também são muito utilizados.
Para as aulas de educação física podem ser utilizadas bolas com guizos, localizadores de gol sonoros entre outros equipamentos adaptados.
Alguns recursos eletrônicos, tais como calculadoras que falam, circuito-fechado de televisão com sistema de ampliação. televisões de circuito-fechado (CCTVs) que ampliam etronicamente o material impresso sobre uma tela de televisão também são de grande valia.
O ábaco ou sorobã é um instrumento de calcular utilizado há milhares de anos, sua origem não é bem definida pelos historiadores, mas alguns autores ele teria sido introduzido na Grécia, por Pitágoras, filósofo que viveu no século VI antes de cristo.
No Japão o ensino do sorobã é matéria obrigatória desde o curso primário e é considerado de grande importância para o desenvolvimento profissional. No Brasil esse instrumento veio com os imigrantes japoneses no ano de 1908, mas só ficou conhecido anos depois com a chegada do professor Fukutaro Kato.

Sorobã
Apesar de todo avanço tecnológico o Sorobã continua sendo um instrumento indispensável para o deficiente visual, não só em seus estudos matemáticos, como também em sua vida cotidiana e no trabalho. Diferentemente de uma calculadora, o Sorobã não realiza cálculos, é somente um meio para se efetuar cálculos. Através da prática do Sorobã o aluno atinge objetivos como aguçar sua inteligência e o funcionamento do cérebro; desenvolver a memória e auto confiança; exercitar a perseverança e a paciência, além de resolver problemas de matemática com rapidez e perfeição.
DOSVOX
O DOSVOX é um sistema para microcomputadores da linha PC que se comunica com o usuário através de síntese de voz, viabilizando, deste modo, o uso de computadores por deficientes visuais, que adquirem assim, um alto grau de independência no estudo e no trabalho.
O sistema realiza a comunicação com o deficiente visual através de síntese de voz em Português, sendo que a síntese de textos pode ser configurada para outros idiomas.
No DOSVOX a comunicação homem-máquina é muito simples e leva em conta as especificidades e limitações dessas pessoas. Ao invés de simplesmente ler o que está escrito na tela, o DOSVOX estabelece um diálogo amigável, através de programas específicos e interfaces adaptativas. Isso o torna insuperável em qualidade e facilidade de uso para os usuários que vêm no computador um meio de comunicação e acesso que deve ser o mais confortável e amigável possível.
O programa é composto por sistema operacional que contém os elementos de interface com o usuário; sistema de síntese de fala; editor, leitor e impressor/formatador de textos; impressor/formatador para braille; diversos programas de uso geral para o cego, como jogos de caráter didático e lúdico; ampliador de telas para pessoas com visão reduzida; programas para ajuda à educação de crianças com deficiência visual, entre outros.
RECURSOS ÓPTICOS
São dispositivos geralmente prescritos por oftalmologista. Estes dispositivos são compostos por lentes para ajustar ou aumentar a imagem visual. Óculos bifocais, prismas, lentes de contato ou ligeiramente tingidas ou escuras e telessistemas são exemplos de dispositivos ópticos.A criança pode usar esses dispositivos nas mãos ou ainda usá-los em armações de óculos. A utilização desses recursos possibilita à criança a visualização de objetos distantes e demonstraçõpes dentro de sala de aula.
RECURSOS NÃO-ÓPTICOS
Não envolvem lentes e não são necessariamente indicados por especialistas (oftalmologista). Mesas adaptadas, desenvolvidas especialmente para pessoas com visão subnormal, por exemplo, ajudam a evitar a fadiga de postura. Esta mesa pode ser improvisada com a utilização de livros embaixo do texto a ser lido para deixá-lo mais próximo dos olhos do leitor.
Canetas tipo pincel anatômico, preferencialmente preto, produzem uma grafia grossa e facilita a visualização de letras e desenhos. Acetato, para escurecer a impressão, luminárias para intensificar a luz, livros com tipos ampliados, papel com pauta em negrito, marcadores de página e janelas de leitura, são exemplos de recursos úteis para propiciar ao aluno com visão subnormal melhor desempenho dentro de sala de aula.
OUTROS RECURSOS
Pode ser utilizado pelas crianças algum tipo de gravador para gravar explicações, fazer seus próprios comentários, gravar o para casa, entre outros. Áudiobooks também são muito utilizados.
Para as aulas de educação física podem ser utilizadas bolas com guizos, localizadores de gol sonoros entre outros equipamentos adaptados.
Alguns recursos eletrônicos, tais como calculadoras que falam, circuito-fechado de televisão com sistema de ampliação. televisões de circuito-fechado (CCTVs) que ampliam etronicamente o material impresso sobre uma tela de televisão também são de grande valia.





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